O
padre Manoel de Almeida chegou à cidade de Mossoró em fevereiro de 1913, que
por determinação do Bispo de Natal-RN, Dom Joaquim Antônio de Almeida, ele
seria o diretor do Colégio Diocesano Santa Luzia, assumindo a direção daquele
estabelecimento por duas vezes, no período de 1918 a 1919 e também de 1927 a
1935; foi também professor no Diocesano e em
Natal. Foi vigário da Matriz de Santa Luzia, no período de 20 de
setembro de 1914 a 21 de abril de 1918; depois foi vigário na cidade de São
Gonçalo do Amarante-RN, no período de maio de 1919 a dezembro de 1920; assumiu
a segunda vez a Matriz de Santa Luzia, em Mossoró, como monsenhor, de 02 de
março de 1924 a 01 de março de 1925.
Foi
um grande colaborador escrevendo para os jornais da cidade, especialmente para
o jornal O Mossoroense, que tinha uma coluna, cujo pseudônimo era DICK,
deixando uma obra literária inédita “Memórias de um exilado de Marajá”
O
Padre Manoel Barreto deixou a direção do Colégio, por motivo de saúde e foi
assumir a Paróquia de Macaíba-RN, onde ficou até o ano de 1924, quando ele fez
uma excursão pelo interior da Diocese. Quando foi para Mossoró, novamente veio
assumir a Direção do Colégio Diocesano Santa Luzia, depois deixou a cidade e a
batina de padre passando a se dedicar somente a professor particular em Campina
Grande-PB.
Chegou
a casar com dona Maria Nazareth de Oliveira e desse enlace nasceram três
filhos; foi maçom; chegou a ser prefeito interinamente, quando era secretário
municipal da cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba. Deixou um livro
inédito “Memórias de um exilado de Marajá”, foi colaborador por muito tempo de
todos os jornais da cidade de Mossoró. A Maçonaria transportou os restos mortais
do ex-sacerdote do clero norte-rio-grandesse para a cidade de Campina
Grande-PB, onde foi sepultado.
FONTE
– LINDOMARCOS FAUSTINO
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