FATOS POLICIAIS

sexta-feira, 9 de junho de 2023

MANOEL DE ALMEIDA BARRETO -

 


POR JURANDIR NAVARRO

Em praça pública oficiou missa festiva na data do Centenário da Independência do Brasil, aos 22 de setembro de 1922, tendo sido o orador da solenidade, em cujo ato religioso e cívico estiveram presentes às altas autoridades da Igreja e do Estado, com a presença do Bispo Diocesano D. Antônio Cabral e o Governador Melo e Souza.

Filho de Canguaretama, era ele sobrinho do primeiro Prelado de Natal, Dom Joaquim de Almeida. Com a assunção do Terceiro Bispo natalense, D. José Pereira Alves, foi o então Padre Manoel de Almeida Barreto designado visitador das Paróquias potiguares, com a missão específica de angariar meios pecuniários para a criação do jornal católico “Diário de Natal”

Além dos afazeres religiosos ele também dedicou parte do tempo disponível prestando serviços relevantes ao Colégio Diocesano “Santo Antônio”, como professor e seu Diretor. Dirigiu, também, o Colégio “Santa Luzia”, em Mossoró. Foi, ainda, Reitor do seminário durante o período de 1909 a 1911.

É o autor do livro “Capítulos de Historia Mossoroense”. Exerceu a função de sacerdote durante dezoito anos, quando resolveu secularizar-se. Ao deixar a Igreja Católica foi ser Maçon. Tinha quarenta e um anos de idade, vindo a falecer trinta e cinco anos depois.

Esta segunda fase de sua vida ele preencheu com o exercício de educador. A sua formação intelectual como professor e os dotes oratórios aperfeiçoados alçaram-no a elevados postos na Maçonaria.

FONTE - FUNDAÇAO JOSÉ AUGUSTO

MANOEL DE ALMEIDA BARRETO

 

O padre Manoel de Almeida chegou à cidade de Mossoró em fevereiro de 1913, que por determinação do Bispo de Natal-RN, Dom Joaquim Antônio de Almeida, ele seria o diretor do Colégio Diocesano Santa Luzia, assumindo a direção daquele estabelecimento por duas vezes, no período de 1918 a 1919 e também de 1927 a 1935; foi também professor no Diocesano e em  Natal. Foi vigário da Matriz de Santa Luzia, no período de 20 de setembro de 1914 a 21 de abril de 1918; depois foi vigário na cidade de São Gonçalo do Amarante-RN, no período de maio de 1919 a dezembro de 1920; assumiu a segunda vez a Matriz de Santa Luzia, em Mossoró, como monsenhor, de 02 de março de 1924 a 01 de março de 1925.

Foi um grande colaborador escrevendo para os jornais da cidade, especialmente para o jornal O Mossoroense, que tinha uma coluna, cujo pseudônimo era DICK, deixando uma obra literária inédita “Memórias de um exilado de Marajá”

O Padre Manoel Barreto deixou a direção do Colégio, por motivo de saúde e foi assumir a Paróquia de Macaíba-RN, onde ficou até o ano de 1924, quando ele fez uma excursão pelo interior da Diocese. Quando foi para Mossoró, novamente veio assumir a Direção do Colégio Diocesano Santa Luzia, depois deixou a cidade e a batina de padre passando a se dedicar somente a professor particular em Campina Grande-PB.

Chegou a casar com dona Maria Nazareth de Oliveira e desse enlace nasceram três filhos; foi maçom; chegou a ser prefeito interinamente, quando era secretário municipal da cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba. Deixou um livro inédito “Memórias de um exilado de Marajá”, foi colaborador por muito tempo de todos os jornais da cidade de Mossoró. A Maçonaria transportou os restos mortais do ex-sacerdote do clero norte-rio-grandesse para a cidade de Campina Grande-PB, onde foi sepultado.

FONTE – LINDOMARCOS FAUSTINO

MANOEL DE ALMEIDA BARRETO

 

EM 16 DE FEVEREIRO DE 1961 – Falecia o magnifico professor Manoel de Almeida Barreto, na cidade de Recife-PE, quando se submetia a uma cirurgia. Ele nasceu no dia 10 de janeiro de 1885, no Sítio de Marajá, no município de Canguaretama-RN, filho do senhor Manoel Rodrigues Barreto e dona Cândida de Almeida Barreto.

FONTE – LINDOMARCOS FAUSTINO


MANOEL DE ALMEIDA BARRETO -

  POR JURANDIR NAVARRO Em praça pública oficiou missa festiva na data do Centenário da Independência do Brasil, aos 22 de setembro de 19...